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Boi teve preços estagnados com alongamento de escalas
24/11/2014
Após um longo período de seguidos reajustes no preço de balcão do mercado brasileiro de boi gordo, os frigoríficos encontraram um ponto de sustentação durante a última semana.   Os preços apresentaram estagnação em boa parte do país, exceção feita ao Mato Grosso, que permanece com os preços em alta. Essa estagnação é produto do alongamento das escalas de abate durante os últimos dias. Os frigoríficos começam a desfrutar de uma posição mais confortável.   Mesmo assim, ainda há grande preocupação em torno do próximo período de virada de mês, quando a demanda alcança o seu ápice, com o recebimento da primeira parcela do 13° salário, além do tradicional recebimento da massa salarial, segundo o analista de SAFRAS & MErcado, Fernando Henrique Iglesias.   O volume de contratos a termo é irrisório neste momento; distante de atender toda a demanda dos frigoríficos. A oferta de confinados também é muito limitada. Apesar disso, os frigoríficos voltam a indicar um posicionamento mais confortável em suas escalas de abate.   No início da semana muitas unidades ainda não tinham tomado uma posição definida para o restante da semana, aguardando por uma situação mais concreta do mercado físico nos próximos dias. Segundo o boletim semanal divulgado pelo Sindifrio, a oferta de bovinos gordos ainda é restrita em razão das pastagens se encontrarem bastante prejudicadas e pela retenção dos pecuaristas. Por outro lado, as indústrias têm de manter o mercado consumidor interno e atender os compromissos internacionais.   A média semanal de preços (de 17 a 20 de novembro) em São Paulo foi de R$ 144,70 a arroba.  Em Mato Grosso do Sul, preço esteve em R$ 137,16. Em Minas Gerais, a arroba esteve em R$ 137,00.  Em Goiás, a arroba esteve a R$ 137,00. Em Mato Grosso, o preço esteve a R$ 129,50.   O atacado está com estoque suficiente para a atual demanda. Porém,  muito especulado. O resultado desse quadro é estabilidade de preço em nível  de atacado. A expectativa é de que o consumidor retome as compras e, com o  aquecimento da demanda consumista, os preços possam passar por discreta  variação, mas a expectativa é de estabilidade de preços.   No atacado, a média semanal de preços foi de R$ 6,93 para os cortes de dianteiro e de R$ 11,20 para os cortes de traseiro.   Fonte:  BeefWorld